terça-feira, 6 de abril de 2010

Novo universo de possibilidades com data para vencimento







Obs: consumir em um mês após arriscar fazer uso.

segunda-feira, 5 de abril de 2010

E bem... o que farei do resto?

O que fazer com o amor morrido, veja bem morrido e não morto.
Matado, sufocado, asfixiado, homicidado.
E quando acaba pra um lado e não para um outro, suicidasse então o amor?
E o que fazer com tal amor, e o que é tal amor?
Moribundo, capengado, moribundo, não totalmente morto,
horas, morra logo por favor, há de se pedir favor? a quem?
matar-me-ia amor, mata-me de amor, mata-me o amor.



''O sol há de brilhar mais uma vez, a luz há de chegar aos corações
do mal será queimada a semente, o amor sera eterno novamente...''

sexta-feira, 2 de abril de 2010

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Já lhe dei meu corpo
Minha alegria
Já estanquei meu sangue
Quando fervia
Olha a voz que me resta
Olha a veia que salta
Olha a gota que falta
Pro desfecho da festa
Por favor...

Deixe em paz meu coração
Que ele é um pote até aqui de mágoa
E qualquer desatenção, faça não
Pode ser a gota d'água...
.

''E eu trouxe até mim a misteriosa essência do teu abandono desordenado.''

Os olhos apresentam a mesma coloração rubra que a boca costumava ter, os cabelos dourados emolduram a face, enquanto a pele lânguida deixa transparecer o torrente de lágrimas que ela tenta abafar com a velha almofada alaranjada. Ele no entanto debulha em algum canto o amor pelo sexo, tão mortalmente vivido como talvez perdido em algum lugar do infinito. No mesmo instante em que ela, sepulta á cada dolorida lágrima a solitária ilusão do amor inexistente.



04/03/10